Category: Análises
Economia. Parece ser este a palavra de ordem na actualidade. Numa altura em que a “crise” a todos nos afecta, será economizar algo bom? Talvez, sendo que ao economizar energia também estamos a fazer com que as memórias aqueçam bem menos, tornando-as em potenciais “animais” de Overclock. Será a aposta da Kingston viável? Continua a ler e descobre!
Visto que rumores e rumores sobre a Nintendo têm andado pelas páginas da Internet, a Game On vem trazer-vos uma análise dos principais pontos da conferência que a Nintendo apresentou na E3 2010 que se realizou na Nokia Center, podendo contar com jogos, novidades da Wii e a tão esperada consola portátil Nintendo 3DS também faz parte desta análise.
Regis Fils-Aime, o chefe de operações da Nintendo da América, subiu ao palco e começou logo a falar de tecnologia. “A melhor experiência vem quando combinamos tecnologia e design. Quando eles se juntam, temos a melhor experiência que faz sentido nas nossas vidas. Trazemos agora o que vocês estavam a espera.” disse ele, deixando todos com as ideias em vago.
Qualquer jogador nos dias de hoje tenta puxar o mais possível pelo seu sistema, mas chega a uma altura que é impossível “espremer” mais performance do PC sem gastar centenas e centenas de Euros. Os avanços na tecnologia SSD já tornaram estes discos mais acessíveis ao público, e é hoje em dia um upgrade a levar em conta. Eis que a Kingston apresenta a sua nova gama de discos, SSD Now V+ series, um upgrade em relação á série V de 2009, que possuía ainda algumas falhas a nível do controlador. Terá este disco uma boa relação qualidade/preço? Continuem a ler e descubram.
É impossível negar o facto de que a série de acção furtiva do escritor Tom Clancy tem o seu cantinho especial na indústria dos videojogos. Lembro-me perfeitamente do meu deslumbramento quando peguei no primeiro título da saga, embora um pouco limitado pela tecnologia da altura, o primeiro Splinter Cell levou a outro nível o conceito de jogar nas sombras. No entanto, para mim a série atingiu o seu auge com o lançamento do espectacular Splinter Cell: Chaos Theory, desde os gráficos aos novos movimentos de Sam Fisher e passando também pelo argumento que superou o dos seus antecessores, este terceiro lançamento da série conseguiu atrair ainda mais jogadores devido a estas inovações. Em 2006 chegou às lojas o controverso Splinter Cell: Double Agent que provocou reacções mistas por entre os jogadores, pela primeira vez foi introduzido níveis passados durante o dia, éramos deparados com certas escolhas em várias alturas do jogo e foi, na minha opinião, o jogo com o pior argumento da saga, mas valeu pelo grafismo e pelos mapas espectaculares. Visto que acabei dando uma pequena lição de história, não posso deixar de referir o segundo jogo da saga, Splinter Cell: Pandora Tomorrow que terá sempre um lugar especial na minha memória, muitas horas passei a jogar uma missão em particular, alguém se lembra do nível onde andávamos na parte de fora de um comboio? Priceless…
Lembras-te do velhote Asteroids? Viciaste-te em Geometry Wars? Desafiaste a tua música em Audiosurf? Que tal juntar estas experiencias? Esta á uma das premissas de Beat Hazard, um jogo indie criado por apenas uma pessoa. Sim, leram bem, Steve Hunt, da Cold Beam Games, criou não só o jogo, como a arte, e também a música por trás deste título.